Mulher é presa suspeita de matar a própria mãe a marteladas no Rio de Janeiro
Priscilane Morais de Oliveira, de 46 anos, foi presa em flagrante após atacar Delza Maria Alves Costa, de 77 anos; segundo a investigação, suspeita acreditava que a mãe mantinha um relacionamento com seu companheiro
11/09/2026 17:58
Por Prime Rádio - Uma mulher de 46 anos, identificada como Priscilane Morais de Oliveira, foi presa em flagrante na quarta-feira (9) suspeita de matar a própria mãe, Delza Maria Alves Costa, de 77 anos, com golpes de martelo na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil e reproduzidas por veículos como CNN Brasil, O Dia e Veja, o crime ocorreu na residência da vítima. As reportagens que citam as investigações apontam Itaboraí como o local do ataque, enquanto a prisão da suspeita ocorreu em São Gonçalo.
De acordo com a investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá (DHNSG), Priscilane teria ido à casa da mãe levando um martelo. No imóvel, encontrou Delza na companhia de Bruno Luiz do Amaral da Silva, companheiro da suspeita havia aproximadamente nove anos.
A polícia afirma que Priscilane acreditava que a mãe mantinha um relacionamento com seu companheiro. Após encontrar os dois juntos, ela teria começado a destruir objetos da residência e questionado Delza sobre a suposta relação.
Na sequência, segundo as investigações, a mulher atacou a mãe com o martelo, atingindo-a diversas vezes, inclusive na região da cabeça. Bruno teria tentado interromper as agressões, mas também acabou atingido pelo objeto.
A vítima morreu em decorrência das agressões. Durante as diligências, os investigadores também identificaram, segundo a Polícia Civil, episódios anteriores de violência envolvendo mãe e filha, além de supostas ameaças de morte feitas anteriormente contra Delza.
Priscilane confessou as agressões durante o procedimento policial, conforme informações divulgadas pelas autoridades. O companheiro, por sua vez, negou ter mantido qualquer relacionamento com a vítima. A suposta relação entre os dois, apontada como possível motivação pela investigada, não foi confirmada pelas autoridades.
A mulher foi autuada em flagrante por feminicídio consumado, em contexto de violência doméstica e familiar. A idade da vítima também foi considerada uma circunstância agravante. A Polícia Civil solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, medida que depende de decisão judicial.
O caso permanece sob investigação da DHNSG. Até o momento, as informações divulgadas pelas autoridades indicam que a suspeita de relacionamento entre a vítima e o companheiro de Priscilane integra a versão apresentada pela investigada e as linhas iniciais da apuração, não sendo tratada como fato comprovado.
Fontes: Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, conforme informações reproduzidas por O Dia e Veja; CNN Brasil.

